Batida

Batida: Sobre

A história de Batida confunde-se com a do seu autor, o Luso-Angolano Pedro Coquenão. Nasceu no Huambo, cresceu nos subúrbios de Lisboa, de casa em casa, a ouvir histórias de saudade e de um regresso adiado, rodeado de instrumentos na sala e com o rádio no quarto como primeira paixão.

Estreou-se aos 18 como locutor na Rádio Marginal, que moldou depois como uma estação alternativa. Mais tarde, depois de passar pela Voxx, fundou o colectivo Fazuma e dedicou-se a promover música e artistas independentes e a produzir vídeoclipes e documentários ligados à música “mestiça”. O seu percurso explica, de certa forma, uma estreia musical tão multi-disciplinar: Batida é um projecto que começa por ser um programa de rádio, transforma-se num disco e depois num show, expandindo-se depois através do vídeo, dança, poesia, fotografia ou o documentário, promovendo a descoberta e o encontro com artistas cúmplices. O comentário social é inevitável e a festa acontece sempre. Pode ser descrito como combinação do som da música Angolana dos anos 60 e 70, com a música urbana actual.

O seu álbum de estreia foi editado internacionalmente pela referencial Soundway Records e recebeu rasgados elogios por media tão distintos quanto a BBC, o Guardian ou o Financial Times. O show já foi apresentado nos palcos principais de Festivais como o FMM Sines e o Med cá e em Festivais em França, Alemanha, Reino Unido, Holanda, Bélgica, Espanha ou itália, partilhando o mesmo palco com nomes como George Clinton, Bonga ou Hermeto Pascoal mas também Little Dragon, Solange Knowles ou Baloji.

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