Professor Green

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Professor Green: Sobre

Letras povoadas com referências à cultura pop, um sentido de humor apurado e uma honestidade rara na música rap de hoje em dia, Professor Green é um dos mais promissores artistas a emergir em 2010.


Já com três singles lançados, Green conseguiu a participação de Lily Allen em «Just Be Good To Me», por sugestão da própria no chat do Facebook, e com quem tem andado em tournée deste então.


Não são só as suas rimas melódicas e presença física que fazem de Green um artista único. Aos 26 anos, Stephen Paul Manderson, nascido em Hackney, tem já uma única história de vida, que inclui batalhas de MCs, assinar contrato com Mike Skinner, ser esfaqueado no pescoço e dois meses depois ser convidado por Lily Allen para andar em digressão.


Filho de pais adolescentes e separados, Stephen cresceu com a avó numa pequena cidade onde, segundo o rapper, tratavam os polícias pelo primeiro nome. Desde cedo muito problemático mas muito inteligente, foi-lhe oferecido um lugar na prestigiada escola Saint Pauls, oportunidade que Green recusou para seguir com os seus amigos.


Acabou por desistir da escola e mais tarde foi trabalhar para empresa de design. Foi aqui, na hora de almoço que «tropeçou» num flyer do OH! Bar em Camden, onde iria haver uma batalha de Freestyle. Ganhou nessa noite e outras a seguir, onde foi convidado para o The Jump Off. Aqui, tornou-se no único MC a ganhar as sete batalhas de seguida, duas vezes e a sagrar-se campeão.


Com as suas respostas rápidas, metáforas inteligentes e improvisos, conquistou não só o título mas também a atenção de Mike Skinner, que o convidou para entrar em digressão com os The Streets. Em conjunto lançaram Stereotypical Man que se revelou um sucesso na cena underground britânica, passando semanas a fio no top do Channel I. Logo de seguida, Pro Green estabelece-se definitivamente no hip hop do UK com a sua primeira mixtape Lecture No. 1 com mais um hit Upper Clapton Dance.


Paralelamente, ganhou o prémio do Jump Off que o levou às Bahamas para o concurso internacional Fight Klub. Ficou em segundo lugar, depois de quase ter sido preso por posse e intenção de distribuir droga. Felizmente foi ilibado e Green pôde participar. Voltou a casa decidido a dar uma volta na sua vida e assinou pela The Beats, editora de Mike Skinner, que o colocou a apresentar o programa da Rádio 1 In New DJ’s We Trust.. Em 2007 surge a falência da The Beats mas a amizade com Skinner levou-o a participar em Cruing Game.


Finalmente em 2008 Pro lança The Green EP, determinado a assentar arraiais na cena hip hop, nem que fosse de forma independente.


Foi brutalmente atacado e esfaqueado no pescoço numa briga num bar, onde foi atingido por um garrafa partida no pescoço, a uns milímetros da carótida, onde Green tem uma tatuagem onde diz «Lucky» (sortudo).