Sheryl Crow

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Sheryl Crow: Sobre

É uma reputada escritora de canções e apreciada como apresentadora ao vivo, mas o talento que na realidade levou Sheryl Crow ao coração dos amantes da melodia pelo mundo fora é muitas vezes ignorado. Nós temos uma forma de o chamar: uma maneira sensual e irresistível de cantar. Alguns vocalistas têm uma forma honesta de se apresentarem que contorna o teatro. Na pop essa é uma má palavra, a não ser que sejas Bono, claro, mas no caso de Crow, é um elogio.Ajudada por uma sensibilidade astuta do dinâmico, ela navega de emoção em emoção: resignação e alívio em Leaving Las Vegas, regozijo e espanto em Everyday is a Winding Road. Quando a paixão é refinada, tem ainda mais impacto.Crow, uma presença interessante da pop em 1990, descobriu esse conceito há já muito tempo.Sheryl nasceu em Kennett em 1962, filha de um trompetista de big band e uma professora de piano, que lhe ensinaram um amor pela música desde muito cedo. Com seis anos, começou a tocar o piano; aos 15 já escrevia "basicamente canções de amor de country". Após a sua direcção pessoal e musical mudou ao descobrir jóias do rock clássico nas colecções de álbuns das suas irmãs mais velhas. Mas antes que começasse seriamente o seu sonho de rock n´roll, matriculou-se na Universidade do Missouri, onde se licenciou em várias disciplinas musicais. Até por um pequeno tempo em St Louis, Sheryl ensinou música a meninos com necessidades especiais numa escola primária e tocou com bandas da zona; também chegou a cantar gospel com grupos na "sua fase de renascimento".Após um pequeno trabalho como vocalista para uma propaganda de televisão lhe ter dado mais dinheiro do que em dois anos como professora, Crow foi embora para Los Angeles em 1986, onde conseguiu trabalho como empregada e como cantora para propagandas. Quando soube de uma audição para ser cantora de coro para Michael Jackson, Crow apareceu(sem convite) e deram-lhe o trabalho. Logo também recebeu cobertura de imprensa errada, pela revista de imprensa cor-de-rosa chamada "National Enquirer", que a colocou na capa histericamente como "A Namorada secreta de Michael Jackson" e a mão do seu filho. Ao fim de uma digressão de 18 meses por todo o mundo em apoio ao álbum Bad, passou por um sério estado de depressão, o qual a manteve na cama por seis meses. Quando recuperou a sua saúde, voltou à estrada outra vez com Don Henley na sua digressão End of the Innocence e teve algumas das suas próprias composições interpretadas por Wynonna, Lisa Lisa & Cult Jam e Celine Dion.Hugh Padgham foi a próxima pessoa relevante no caminho ascendente da carreira de Crow. O produtor, mais conhecido pelo seu trabalho com The Police e Phil Collins, ouviu a sua cassete de apresentação e juntou-a com a discográfica A &M. O álbum de estreia produzido por Padgham que Crow catalogou como "demasiado perfeito"(e que se diz que custou um quarto de milhão de dólares para se fazer) foi guardado pela A&M, a qual surpreendentemente deixou-a recomeçar novamente. Trabalhou muito com o produtor Bill Bottrell, o chefe de Tuesday Night Club, um grupo com David Baerwald e David Ricketts(também conhecido por David + David), quem se encontrava todas as semanas no estúdio de Bottrell em Pasadena. Crow foi eventualmente o foco dos esforços do grupo; as suas colaborações foram lançadas no álbum de estreia de Crow em 1993.Os ritmos suaves e narrações do Tuesday Night Music Club não trouxe muitas atenções até que All I Wanna Do foi publicado como single nesse Verão.Esta descrição contagiante da vida em Los Angeles lançou Crow para a estratosfera da pop e deu-lhe Grammys como canção do ano e melhor artista revelação. O seu perfil aumentou ainda mais quando começou a realizar digressões com os talentosos John Hiatt, Crowded House, Big Head Todd, Monsters e os Eagles reunidos. Crow também foi uma das poucas artistas femininas a participar em Woodstock de 1994. Também cantou Under My Thumb com Mick Jagger quando foi o primeiro acto no recital dos Rolling Stones no Joe Robbie Stadium de Miami.Após sair a verdade da parte dos membros do Tuesday Night Music em relação a quem foi o verdadeiro responsável do seu sucesso, Crow teve controlo absoluto: o seu seguinte álbum foi nomeado com apenas o seu nome. As suas novas canções, escritas principalmente com o guitarrista Jeff Trott, descobriu a vocalista "sentindo-se sensível". O álbum foi paralelo a esses sentimentos. Em muitas maneiras, foi a sua verdadeira estreia, com Crow refinando a sua gama musical e dando a sua alma. Umas linhas de Everyday is a Winding Road resumiu o seu estado agitado:"Estive a nadar num mar de anarquia/estive a viver à base de café e de nicotina/estive a perguntar-me se todas as coisas que vi, eram reais."Pelos dois próximos anos, Crow era uma guerreira de dois mundos, alternando as suas próprias apresentações com mais apresentações de apoio para os Stones e com participações no Lilith Fair. Quando foi para um estúdio em Nova Iorque em 1998, surgiu com o seu melhor trabalho até ao momento. The Globe Sessions é uma colecção poderosa de canções de amor não correspondido, com o elemento saliente sendo My Favorite Mistake. (Também faz parte Mississippi, uma canção previamente sem lançamento em homenagem ao seu amigo Bob Dylan). Para terminar os anos 90, Sheryl interpretou uma versão, pela qual ganhou um Grammy de Sweet Child O´Mine dos Guns n´Roses para o álbum do filme Um Pai à Maneira. Também chegou a outra meta da sua carreira, sendo uma das principais figuras de um concerto gratuito ao Central Park de Nova Iorque. Foi acompanhada por amigos famosos, como as Dixie Chicks,Chrissie Hynde, Sarah McLachlan, Stevie Nicks, Keith Richards e Eric Clapton.Sheryl Crow é uma cantora fundamental e escritora com alma de uma roqueira clássica; uma combinação potente, não importa o modo que a vês.