Will Smith

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Will Smith: Sobre

Este... bom.... já nos estamos a adiantar um pouco agora, mas não é fácil fazê-lo com Will Smith. Até quando se queixava dos seus pais sob o nome de Fresh Prince, sabíamos que havia algo de especial entre essas duas orelhas de elefante.Era fresco (fresh), sim, em mais de uma maneira, e comprovaria que conquistaria mais o mundo do que um simples príncipe.A maioria das pessoas chegam a conhecê-lo como este rapaz que falava rápido de Filadélfia com cabelo curto que se juntava com um DJ silencioso que se chamava DJ Jazzy Jeff (Townes é o seu apelido em palco). Os dois conheceram-se quando tinham 16 anos. Após tocarem juntos por um ano, foi oferecida uma bolsa a Smith para ir para a melhor escola tecnológica do país: Massachusetts Institute of Tecnology (MIT) e também inteligente e a música quase se contém. Mas Smith disse que não à faculdade em 1987 e o duo lançou o seu primeiro álbum, Rock the House (Jive), o qual nos deixou a canção boa para rádio, Girls Ain´t Nothing But Trouble. O próximo álbum do duo, He`s the DJ, I´m the Rapper (Jive) chegou muito mais longe. O lançamento individual desse álbum, Parents Just Don`t Understand tornou-se na sua canção mais conhecida e deu-lhes o primeiro Grammy como melhor apresentação de rap no ano de 1988.He`s the DJ também foi um dos primeiros álbuns de rap a tornar-se dupla platina.Smith tinha um estilo rápido e engraçado que fez do rap algo tolerável para as multidões sem sacrificar originalidade ou funk. Na verdade, os seus dons foram logo evidentes, apesar da suavidade das canções do duo. Em 1990, enquanto a parelha ainda gravava álbuns, Smith chegou à televisão com o Príncipe de Bel Air, uma comédia da cadeia NBC baseada na vida real do seu representante Benny Medina que saiu dos bairros pobres directamente para Beverly Hills.Smith provou ser tão natural à frente das câmaras como com um microfone. Apesar do ângulo de pessoa fora do seu ambiente fazer do programa original e a ilustração de uma família afro-americana influentes torná-lo importante, foi a interpretação maliciosa de Smith do papel que fez todos regressar ao programa semana após semana durante seis anos.Ao contrário de tantas personalidades televisivas de sucesso, Smith tinha muito mais magnetismo para encher o grande ecrã. Em 1992, Smith fez a sua estreia no cinema em A Lei de cada Dia, um drama forte de estilo independente sobre rapazes da rua de Hollywood que também contava com Lara Flynn Boyle, David Arquette e Dermot Mulroney como actores. Continuou esse papel com a menos aclamada Feita por Encomenda com Ted Danson e Whoopi Goldberg. Em 1993 Smith interpretou o papel principal de Seis Graus de Separação, uma adaptação da obra teatral de John Guare sobre o efeito que um homossexual encantador e aproveitador causa na sociedade alta da cidade de Manhattan. Apesar deste filme estar longe do tipo dos mega eventos ao qual Smith logo se acostumaria, os meios de comunicação adoraram-no pela sua interpretação do impostor enigmático. O grande ecrã foi o novo lar de Smith e foi a estrela da mega produção Bad Boys em 1995 e em dois dos filmes mais populares na bilheteira de sempre, Dia de Independência de 1996 e Homens de Negro de 1997. No ecrã, podia ser tanto o herói como o vilão, engraçado e sexy, afável sem ser falso. Ainda era de hip hop na sua sensibilidade e movimentos, mas completamente universal no seu magnetismo.Quanto à música, DJ Jazzy Jeff & The Fresh Prince ganharam outro Grammy, desta vez pela sua aclamada tanto na crítica como comercialmente Summertime, do seu álbum Homebase de 1991. Mas a sua colaboração foi desaparecendo à medida que a presença de Smith na televisão e cinema se foi tornando mais forte. O medíocre Code Red do duo, de 1993 seria o seu último álbum juntos. Uma colecção dos seus melhores sucessos seria lançada cinco anos depois.1997 foi, como dizem, o ano de Will. Lançou o Big Willie Style (Columbia), a sua estreia a solo. O lançamento já vendeu oito milhões de cópias, passando 96 semanas no top 200 da Billboard, 72 dessas semanas no top 40. Todos já conhecem as canções Just the Two of Us, Men In Black, Miami e Getting Jiggy wit it, as quais já são ouro ou platina ou latão ou algo assim. Smith até chegou a ganhar Grammys em dois anos seguidos com o mesmo álbum, algo pouco vulgar. Men In Black ganhou melhor apresentação de rap em 1997 e Getting Jitty Wit it ganhou o mesmo prémio em 1998.Em 1998, quando não tinha dinheiro em bolsa, Smith protagonizou o papel principal de Perigo Público, o filme tecno-emocionante de Tony Scott que impressionou tantos os críticos como os fãs de Smith. Contudo, o seu próximo projecto, o mau promovido Wild Wild West, do realizador da Família Adams, Barry Sonnenfield, não teve tanto sucesso com os conhecedores, mas também atraiu pessoas ao cinema, sem dúvida pelo encanto de Smith. Também não doeu que podia resumir a história efectivamente como qualquer canção promocional com a mega canção de rap do mesmo nome que o filme (acompanhada do vídeo de iguais proporções com um elenco de milhares, muito deles artistas famosos do rap). Para terminar 1999 e para acabar o ano com a sua própria festa privada, Smith lançou Willenium (Columbia), o qual já é dupla platina. Porque Smith é um senhor famoso, obteve a participação de K-Ci, Lil`Kim, Eve e Dru Hill no seu álbum e celebrou o lançamento em Novembro no Virgin Mega-Store de Times Square, com bailarinos, com muitos papéis e uma bola gigante pequena. Os festeiros que chegaram seis semanas depois para outra celebração perderam o melhor.Se há ainda dúvidas se as pessoas amam Will, olhem esta lista incompleta de galardões que ganhou:" 27th Annual American Music Award como artista masculino favorito, 31st NAACP Image Award como artista sobressalente de rap, 1998 Blockbuster Award como melhor artista de ficção científica, 1998 MTV Video Music Awards por melhor vídeo de rap (Getting Jiggy wit it) e o 1999 NAACP Image Award como artista do ano. (Isto não inclui nenhum dos seus Grammys ou os 8,000 prémios de ouro ou platina do RIAA).Em finais dos anos 90, coloca maior ênfase na sua carreira como actor protagonizando filmes como A Lenda de Bagger Vance, Ali ou Eu, Robot, com bom resultado nas bilheteiras embora não lhe presumam o reconhecimento da crítica. Em 2002 retoma a sua carreira musical com a publicação de um novo trabalho, Born to Reign, um disco que não consegue os resultados esperados. Em 2005 Will pretende superar a desilusão do seu anterior disco de estúdio com a publicação de um novo trabalho (Lost and Found) que pretende agitar as pistas de dança de meio mundo.Nenhum dos seus múltiplos prémios que ganhou na sua carreira serve para explicar exactamente porque Smith é tão famoso, as pessoas gostam simplesmente dele, de verdade.E não importa o que os odiosos dizem, ele bem sabe.