Wyclef Jean

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Wyclef Jean: Sobre

Todos os da frente digam "Kumbaya!". Todos os de trás digam "EIEIO!". Wyclef Jean é o único artista de hip hop que usa uma guitarra acústica, o único cantor haitiano a vender 20 milhões de álbuns e o único homem que conhecemos que pode combinar dois estilos diversos e fazer deles um sucesso. Um haitiano a viver em Nova Jersey, Wyclef Jean é um entertainer até nas meias, mas um com uma consciência social e uma grande gama de visão das possibilidades da pop. Fez ritmos roqueiros para Big Pun, vídeos com Bob Dylan, história na sua pátria, tocado a guitarra com os seus dentes em frente de milhares e tudo sem nenhuma grande controvérsia.Pelo menos oito milhões de pessoas já sabem, Wyclef começou no Haiti, mudou-se com a sua mãe para Brooklyn, Nova Iorque, onde estava sempre com o seu primo Pras e terminou em South Orange, Nova Jersey. Nessa cidade, numa cave, ele, Pras e amiga Lauryn Hill chamaram-se The Fugees e começaram a misturar o rap, folk, reggae e muitos outros sons. Todos cantavam e mostravam boa onda, mas Wyclef tinha a energia maníaca de um grande líder de banda e saiu adiante em espectáculos ao vivo. Até saltou sobre o escritório de um executivo de uma discográfica e tocou a guitarra em roupa interior para vender The Fugees. (Funcionou). Este louco estava sempre em fogo.A sua estreia, Blunted on Reality (Ruffhouse, 1993), não foi ouvida por ninguém; de certa maneira, a mistura de géneros musicais estava anos adiantada. Seis anos para ser mais preciso, porque Supernatural de Santana sente-se mais como um descendente directo da mentalidade aberta de Blunt. Já um herói na sua pátria, Wyclef começou a associar-se com gente no mundo do hip hop e para o seu próximo álbum, The Score, Wyclef moveu o som da banda a melodias mais claras e ritmos mais pesados. O resultado, como já se sabe, foi um dos álbuns de rap mais vendidos de sempre. The Score fez dos The Fugees conhecidos em todo o mundo.Nos anos que se seguiram, o trio fez digressões constantes e Wyclef acabou por fazer mais conexões que Ma Bell. Em 1997, lançou o seu álbum de estreia The Carnival (Ruffhouse), gravado em Manhattan e Paris. Com a ajuda de Lauryn e Pras, Wyclef fez outra mistura grandiosa, desta vez de ópera, hip hop, salsa, reggae e como 15 outras coisas que agora recordamos. Fez uma interpretação de Stayin´Alive dos Bee Gee, fez um novo sucesso da canção clássica de salsa Guantanamera e até monopolizou um pouco da MTV com o seu sucesso folk Gone Till November. É um álbum profundo, com várias gemas escondidas, vejam só Clef e Lauryn em Year of the Dragon. Claro, o álbum tornou-se platina, mas um dia será reconhecido artisticamente tanto como The Score.Desde essa altura, Clef esteve diante de todos. As suas várias apresentações ao vivo na televisão incluíram participar num painel de hip hop de MTV em 1999 com pessoas como RZA. Clef já tinha trabalhado com Earth, Wind and Fire e manteve-se próximo do hip hop, produzindo nomes como Big Pun e Canibus. Também um transplante das Caraíbas, Canibus ajudou Wyclef causar ondas na indústria. Enquanto produzindo o álbum de estreia de Canibus, Wyclef encontrou-se no meio de uma batalha entre Canibus e LL Cool J. Canções de insulto foram e vieram, com Wyclef gravando o mais cómico e mais forte, What`s Clef Got To Do with It?, após LL o chamar um "impostor de Bob Marley". As coisas talvez tornaram-se muito de rua logo, com Wyclef supostamente a sacar um revólver a um editor de uma revista de música quando este planeou publicar uma crítica do álbum de Canibus. Vendo os erros das suas acções, logo começou com melhores actividades fora da música.A sua atenção foi monopolizada pela organização sem fins lucrativos Wyclef Jean Foundation, uma organização dedicada a ajudar os meninos pobres nos Estados Unidos e Haiti. Também se tornou numa figura conhecida no circuito das obras de caridade, apresentando-se no concerto NetAid em East Rutherford, Nova Jersey, o benefício de Lifebeat Aids em Nova Iorque e em vários protestos contra a pobreza. Em Setembro de 1999, lançou New Day, um lançamento individual com Bono. A canção foi em benefício do Wyclef Jean Foundation, NetAid & War Child.Com tudo junto, todas estas acções mostram que Wyclef é igual que a sua antiga amiga Lauryn. Um sábio da pop com um ouvido que não se engana, Wyclef fez da sua responsabilidade o traslado da música africana ao mercado da pop do século XXI. Pelo caminho, assegurou-se em usar os seus recursos para ajudar a comunidade e ser, apesar de tudo, um exemplo para milhões de jovens que o admiram.