Amy Winehouse

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Amy Winehouse: últimas notícias

Filme sobre a vida de Amy Winehouse estreia em breve na MTV Portugal.

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Documentário é a história da cantora, nas suas próprias palavras, e um olhar sobre a ascenção, queda e perda de uma artista incrível.

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Antestreia mundial de “Amy” foi no Festival de Cinema de Cannes.

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Primeiras imagens de “Amy” já foram reveladas.

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Amy Winehouse: Sobre

"Que cantora britânica actual se atreveria a abrir o seu segundo disco com a declaração : "Tentaram levar-me para a reabilitação, e eu disse não, não, não"? Se não te lembras de um nome, é porque ainda não conheces Amy Winehouse.

A cantora e compositora nascida em Endfield, a norte de Londres (em 1983), teve a honra de crescer rodeada de jazz, numa família de origem judia e britânica, onde vários dos seus membros se dedicavam profissionalmente à música. Na sua juventude, ouvia todos os tipos de sons negros: jazz, soul, R&B e o precoce hip hop nascido na segunda metade dos anos oitenta. A sua primeira grande influência foi o trio feminino Salt n´ Pepa e, inspirada por ele (quando estava ainda no colégio), formou um efémero grupo com o nome de Sweet n´Sour. Passou pela Escola de Teatro de Sylvia Young, donde foi expulsa por não "conformar-se às normas" e, para ser exacto, por ostentar um piercing no nariz.

Aos treze anos, ofereceram-lhe a sua primeira guitarra. No seu momento de sucesso (no começo de 2007) conta com 23 anos e passou longas horas a elaborar o seu próprio estilo de composição, agarrando-se à voz como modo de expressão sem o qual declara, estaria perdida. A oportunidade chegou pela mão do seu amigo Tyler James, cantor de pop, que levou às suas "relações públicas" uma cassete gravada com as suas canções. Tinha 16 anos quando assinou o seu primeiro contrato profissional, com o selo Island/Universal. Em 2003 apareceu o seu álbum de estreia, sob o nome de Frank (Island, 2003), aludindo ao seu ex noivo. Produzido quase por completo por Salaam Rami, o disco atraiu-lhe uma atenção imediata por parte da imprensa musical, que viu na sua voz grossa e cálida um substituto necessário para as figuras do R&B local. Não faltaram entusiastas que a compararam com figuras como Aretha Franklin e Dinah Washington.

O disco entrou nos lugares mais altos das listas quando, em 2004, foi nomeado aos Brit Awards nas categorias de Artista a Solo britânica e Artista Urbana. O prestigioso prémio Ivor Novello foi-lhe concedido, nesse ano, pela canção Stronger than Me.Passou mais dois anos a afinar as suas intenções e interesses e, segundo ela confessa, a ouvir os grupos vocais femininos dos cinquenta e sessenta; é essa prontidão, esse orgulho de canções contundentes e direitas ao assunto, o que se esforçou para achar na sua segunda colecção de canções. Aparecida em finais de 2006 com o nome de Back to Black (Universal, 2006), voltou a reunir-se com Amy com o produtor de Frank, Raimi e contou com a assistência do rapaz da moda Mark Ronson (produtor de, entre outros, Lily Allen e Christina Aguilera), em temas como o single indómito Rehab e o que dá nome ao título. A segurança em si mesma que desprende esta mulher de sotaque cockney acentuado (baixos de bairro londrino) colocou o álbum no número 1 da lista britânica. Logo se editou nos Estados Unidos, Back to Black estreou-se no número 7, algo verdadeiramente inédito para uma artista britânica.

Após Rehab, You Know I´m no Good foi o single seguinte, nos primeiros dias de 2007. Back to Black foi número três, e o disco deu a Amy o seu primeiro Brit Award, como Melhor Artista Feminina.

À força de agir por impulso, a londrina ganhou méritos para contar com fama de faladora e indecente, e a tendência sensacionalista da imprensa britânica amplificou à sua vontade as suas saídas de tom, o seu vício ao álcool e o facto de ter reaparecido em 2006, bastante mais magra.

Depois de ter cancelado a sua tour de regresso aos palcos europeus em junho de 2011 e com um suporto terceiro álbum ainda inacabado, caiu como uma bomba a notícia da sua morte, a 22 de julho de 2011. Amy Winehouse tinha 27 anos e ficará na história da música para sempre, vivendo através das memórias e do legado que deixa.