Blur

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Blur: Sobre

"Na altura do lançamento do terceiro álbum, a nossa situação de banda inglesa chave dos anos 90 estará assegurada". Trata-se da típica fanfarronice que, nos anos 90 qualquer das bandas indie britânicas do momento podia dizer, mas dito por Damon Albarn dos Blur soa a profecia. Blur formou-se em Londres enquanto Albarn(nascido a 23 de Março de 1968 em Whitechapel, Londres - voz), Alex James(nascido a 21 de Novembro de 1968 em Bournemouth, Dorset(Inglaterra) - baixo) e Graham Coxon(nascido a 12 de Março de 1969 em Hanover, Alemanha - guitarra) estudavam no Goldsmith College. Coxon viu pela primeira vez Albarn quando este fez a primeira actuação a solo no Colchester Arts Centre em 1988. Entre o público também se encontrava o futuro baterista dos Blur, Dave Rowntree(nascido a 8 de Maio de 1964 em Colchester, Essex(Inglaterra). A paixão de Albarn pela música foi estimulada pelo seu pai, que se movimentava em ambientes que fez com que o seu filho entrasse em contacto com artistas como Soft Machine ou Cat Stevens. Por outro lado, a sua mãe trabalhava como desenhadora de cenários na companhia de teatro de Joan Littlewood em Stratford. Rowntree, cujo pai era engenheiro de som dos Beatles na BBC, teve aulas de gaita-de-foles. Quando os quatro membros encontraram-se em Londres(Coxon foi a primeira pessoa quem James viu na residência estudantil), formaram um grupo, chamado inicialmente Seymour, assim começando pelos escalões mais baixos do circuito dos concertos, abrindo para os New Fast Automatic Daffodils e Too Much Texas num local em Camden chamado Dingwalls. Um ano e uma dezena de concertos mais tarde, o quarteto assinou pelo Food Records, gerida pelo ex teclista de Teardrop Explodes David Balfe e jornalista de Sounds Andy Ross, que lhes sugeriu que mudassem de nome e que se passassem a chamar Blur. O grupo ganhou uma boa reputação entre promotores de concertos pelas suas actuações arriscadas e imprevisíveis. Fabricando nos anos 90 um pop agradável, vibrante e com um toque de ironia, o primeiro lançamento de Blur, She`s so High,(cuja inclusão na sua primeira demo fez com que assinassem um contrato ainda com o nome Seymour), entrou no Top 50 das listas britânicas. Com o grupo a irradiar uma confiança justificada e despreocupada nas suas possibilidades, não foi nenhuma surpresa que a contagiante There`s No Other Way, alcançasse o número 8 das listas britânicas na primavera de 1991. O sucesso continuou com a irrupção de Leisure no número 2 das listas, apenas dois anos após o nascimento do grupo. Contudo, logo a seguir, um período de relativa estagnação chegaria com Popscene, que só chegou ao número 34 das listas. À medida que os movimentos baggy e madchester iam desaparecendo, Blur eram vistos com a mesma hostilidade que grupos como Rain ou Mock Turtles recebiam, e o público abandonava o pop baseado em guitarra Byrds do momento. Blur estava destinado a morrer com a mesma rapidez que se tinha estabelecido, mesmo quando o seu nome ainda aparecia nos jornais com a condição de "grupo talentoso". Em finais de 1992, o grupo apresentou o álbum Modern Life is Rubbish à sua discográfica que rejeitou o álbum. Balfe insistiu em que Albarn escrevesse pelo menos mais duas canções. Essas duas canções adicionais, For Tomorrow e Chemical World foram os singles do álbum.Quando este finalmente saiu em 1993, as 50, 000 cópias vendidas não conseguiram igualar as quantias alcançadas pelo seu trabalho anterior nem satisfazer as expectativas criadas, mas as digressões e uma importante aparição como cabeça de cartaz no Festival de Reading restaurou-lhes a confiança.Os "novos" Blur já estavam prontos e entraram em acção em Março de 1994 com o lançamento de Girls & Boys, o primeiro single de um álbum que marcaria uma nova era: Parklife. Este disco inverteu com desconsideração expectativas musicais. Tinha qualidades emprestadas de grandes instituições britânicas como os Beatles, Small Faces e Kinks, Jam e Madness., rematado com o ar deliberadamente cockney de Albarn. Finalmente, parecia que a grosseria presunçosa da banda tinha fundamento. Blur que já estavam reconciliados com a imprensa musical, consolidaram a sua posição com uma actuação espectacular perante 8 mil fãs no Alexandra Palace de Londres. Ainda mais, o álbum obteve uma nomeação para os prémios Mercury Music, ao qual se seguiram quatro prémios nos BRIT Awards de 1995, entre os quais os prémios de Melhor Grupo e Melhor Álbum. Pouco tempo depois, a imprensa britânica tentou uma campanha de confronto directo entre Oasis e Blur quando os dois escolheram o mesmo dia para lançaros seus respectivos singles. Nessa ocasião, Blur ganhou a batalha das listas(com Country House) mas ficaram em silêncio absoluto, No entanto, foram os Oasis que dominaram sempre as listas. Após uma recepção pouco entusiasta do The Great Escape, Blur retiraram-se discretamente à Islândia para trabalhar em material novo. O resultado desse trabalho foi o primeiro lugar na lista de singles em Janeiro de 1997, com Beetlebum e outro em número 1, também na Grã-Bretanha, com o álbum Blur. Um som mais pesado(manifestado na música ruidosa, Song 2) e um material mais descontraído(Death of a Party) fez lembrar os seus primeiros singles e demonstraram sem dúvida nenhuma que continuavam entre os grandes do panorama pop britânico. Influenciados claramente por grupos de rock alternativo como Sonic Youth ou Pavement, o álbum também permitiu aos Blur invadir os EUA. Em 1998, Coxon criou a sua própria empresa discográfica, Transcopic, e lançou o seu primeiro trabalho a solo. O grupo regressou em Março de 1999 com o single Tender que chegou ao número 2 das listas britânicas. O bem sucedido 13 marcou o final de uma colaboração extensa com o produtor Stephen Street, já que todos os temas excepto um foram supervisionados por William Orbit.