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Jennifer Lopez: Sobre

Jennifer Lopez disse o seguinte do seu primeiro álbum, On the 6: "Se ouvires este álbum, ouvirás o que eu ouvi ao crescer no Bronx. Na rua escutavas hip hop e via-se pessoas a dançar breakdance. Havia música pop, como Madonna e Janet Jackson e toda essas pessoas. Depois, quando estava em casa, o que se ouvia aos fins de semana era salsa e merengue. A nossa cultura não é apenas uma coisa. Um cruza-se com o outro e tudo se misturava. É o que somos. Isso é o que constitui a gente da minha geração".J.Lo não poderá ser denominada em apenas uma palavra. É cantora, bailarina, actriz e um ícone para o mundo latino. Estrelas do hip hop emprestaram os seus ritmos para as remisturas dos seus álbuns. E quando se refere aos artistas que alguma vez admirou, Janet Jackson contratou-a como bailarina para o seu espectáculo no palco. (Apesar do interesse de Jennifer, teve de dizer não porque tinha ofertas de televisão para considerar). Nunca tinha trabalhado para Madonna(ainda) mas as duas chegaram a encher capas de revistas quando se disse que Madonna a tinha insultado durante uma festa exclusiva de fim de ano na mansão de Donatella Versace em Miami. (Jennifer também uma vez tinha dito muitas coisas sobre as habilidades da super estrela numa entrevista da revista Movieline.) Tens de ser bastante famosa para Madonna tirar algum tempo para te insultar.E já que estamos a falar de Jennifer e todo o seu teatro, foi a acima mencionada Donatella que desenhou o sexy vestido que Jennifer usou para os Óscares.Jennifer nasceu a 24 de Julho de 1970. A sua família era porto-riquenha de classe média na secção de Castle Hill no Bronx. "Lembro-me de ter dois anos e porem-me em cima da mesa com o meu corpo todo a mexer", disse à revista New York. "Acho que comecei a dançar ao sair do ventre da minha mãe".Uma jovem Jennifer estava encantada pela indústria do entretenimento dos velhos tempos: "O tipo de carreira que sempre quis era como os ídolos dos musicais como Barbra Streisand, Diana Ross e Bette Midler." Mas à medida que Lopez foi crescendo, o Bronx tinha-se tornado numa "planeadora" da nova cultura do pop urbano. Manhattan tinha o dinheiro e os empresários que tornavam os sonhos em realidade, mas a gente jovem do Bronx tinham as habilidades. A emergência do mundo do hip hop e R&B mudariam para sempre o rosto da música pop mundialmente. Para Jennifer, era o som do bairro e isso seria uma grande influência no seu trabalho e vida."O que nos encantava era The Sugarhill Gang, estávamos bem infiltrados no hip hop.... hip hop teve sempre uma grande influência na minha vida", disse. Mas, tem sempre a necessidade de dizer isso aos repórteres: "Salsa é sempre o que me faz mexer. É o que ouço na minha casa".On the 6, com a sua mistura de hip hop, salsa, house e pop, é de uma certa maneira uma destilação do que via, ouvia e fazia ao crescer todos os dias. O título do álbum refere-se à linha do metro que ela apanhava para ir do Bronx a Manhattan e a tudo que esta mística terra tinha: os sons, as celebridades, as oportunidades, as audições, os espectáculos em Broadway, os concertos, as discotecas.Era uma viagem de 20 minutos, mas a distância entre os dois bairros é quase eterna."Ia à cidade(Manhattan) para ter aulas de dança e para ir a audições, e este álbum foi como o final desse processo todo. A linha 6 é também o que apanhava para voltar para casa, a maneira de ser eu mesma"."O Bronx era como a Europa, na minha opinião... Assim era o longe que se sentia(de Manhattan quando cresces em Brooklyn. Ir à cidade era uma experiência completa. O meu pai trabalhava na cidade e quando éramos pequenos a minha mãe levava-nos para irmos almoçar com ele.Grande processo: levantávamo-nos às nove para tomar banho e arranjar-nos para apanharmos o metro às 11.30 da manhã, para nos encontramos com ele ao 12.30. Na cidade era onde tudo se passava. Se tinhas sonhos como eu já tinha, ali era onde tudo começava".Mas foi só quando Jennifer levou os seus sonhos para Los Angeles que estes começaram a tornar-se realidade. Em 1990, deram-lhe um lugar na série da Fox, In Living Color, como uma das bailarinas do espectáculo.(Outra estrela porto-riquenha, Rosie Perez, era a chefe de Jennifer). Eventualmente, teve de dizer não a um ano e meio de digressão com Janet Jackson para tentar a sua sorte numa série de televisão. Jennifer estava à procura mas os espectáculos em que ia a audições não estavam. Deram-lhe um papel fixo em South Central e depois em Hotel Malibu e em Second Chances. Quando chegou ao grande ecrã. Jennifer finalmente recebeu bons comentários dos críticos.Jennifer fez uma estreia discreta no cinema com Viver em Los Angeles do realizador latino Gregory Nava. Não foi um sucesso comercial, mas foi bem recebido pelos críticos. Logo, veio o filme de acção, O Comboio do Dinheiro com Wesley Snipes e Woody Harrelson.Jennifer voltou ao cinema de autor com um pequeno papel como uma noiva cubana de Jack Nicholson no filme Sangue e Vinho de Bob Rafelson. Foi seguido por Anaconda, onde o papel de Jennifer era oposto a uma víbora gigante come pessoas. Depois veio Selena.Ter o papel de Selena Quintanella, a jovem cantora texana que estava pronta para o sucesso no mercado hispânico/americano quando foi assassinada por uma colega, foi o maior risco da carreira de Jennifer. Selena era adorada pelos seus fãs e a sua devoção apenas se tornou mais fervorosa após o seu assassinato. Se não aceitassem Jennifer no seu papel como a cantora santa, o filme seria um fracasso e Jennifer perdia um público importante. O sucesso instantâneo da biografia surpreendeu a própria Hollywood e todos, especialmente a indústria da música, fez que se apercebessem de Jennifer, que triunfou como Selena. Pela sua interpretação, Jennifer recebeu o prémio a melhor actriz da organização American Latino Media Arts e foi nomeada para um Globo de Ouro, para melhor actriz nos MTV Movie Awards e para o prémio Blockbuster Entertainment Award. E a seguir, veio Romance Perigoso.No sucesso estrondoso do realizador Steven Soderbergh, Jennifer interpretou o papel de uma polícia com estilo rude e áspero. O seu oposto protagonista masculino, interpretado por George Clooney, era de um recluso em fuga que, primeiro era a presa de Jennifer e logo se torna no seu amante.O qual nos traz de volta a On the 6. Jennifer já não tinha sítio para procurar os seus sonhos; já tinha suficientes pessoas para ajudar os seus sonhos tornarem-se realidade. Tommy Mottola, presidente da Sony Music, que lhe ofereceu um contrato discográfico e a sua companhia, segundo rumores, disseram à revista InStyle que "Jennifer tem uma atitude tremenda e digo isso a bem, isso vê-se no grande ecrã e pessoalmente e isso também põe a pessoa num canto".Mottola montou uma equipa grandiosa para ajudar Jennifer, os mesmos que ajudaram no êxito de Mariah e Celine. Entre os produtores estava Ric Wake, o colaborador de longo tempo de Celine, ; Emilio Estefan Jr., que trabalhou no último dueto de Jennifer com a nova estrela latina e membro da Sony, Marc Anthony; Sean "Puffy" Combs que, como gosta de dizer nas revistas, teve mais que um interessante impacto na sua música e o homem do momento Rodney Jenkins, que já tinha criado ritmos atractivos para Brandy, Monica e Whitney.O primeiro lançamento de Jennifer, If You Had My Love. esteve no número 1 dos rankings por mais de cinco semanas. O seu lançamento seguinte, Waiting for Tonight, ganhou uma nomeação para um Grammy como melhor single de dança e foi um sucesso internacional. Feelin´So Good, criado por Puffy e com ritmos adicionais dos rappers Fat Joe e o falecido Big Pun, foram sucessos de rua.Na secção de Castle Hill no Bronx, nós podemos imaginar os rapazes a gostar do que Jennifer chama de "Alma Latina" da mesma maneira que ela ouvia Janet, Madonna e os pioneiros do hip hop.