Lauryn Hill

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Lauryn Hill: Sobre

Chuck D dos Public Enemy descreve Lauryn Hill como a "luz do sol" e como a "Bob Marley" do século 21. Sheryl Crow quer contratá-la como produtora. Por toda a parte, os meninos chamam-na de "sua heroína" enquanto rappers pesados como Ice-T citam Hill como a sua inspiração. Lauryn Hill, de alguma forma, chegou a uma variedade estrondosa de pessoas com a sua mistura de rap, soul, reggae e R&B. Uma jovem mulher com poder quase real e beleza deslumbrante, Hill tornou-se numa profeta urbana. Como Marley e Notorious B.I.G. antes dela, Hill pôde criar arte maravilhosa e ganhar a confiança das pessoas desiludidas que representa. As pessoas confiam em Lauryn e sabem que ela é boa, em todo o significado da palavra.Hill foi criada em South Orange, Nova Iorque e cresceu, como Pete Rock, Rakim e Q-Tip antes dela, a ouvir uma grande e variada colecção de música dos seus pais. Um amor precoce por Stevie(Wonder) e Aretha(Franklin) despertou nela o desejo de cantar antes de chegar aos 10 anos. Como adolescente ambiciosa, Hill conseguiu pequenos papéis em telenovelas(As the World Turns) e no cinema(com Whoopi Goldberg em Do Cabaré para o Convento 2). Hill já ensaiava com o também Fugee Prakazrel "Pras" Michel e Wyclef Jean quando era uma adolescente mas não se podia comprometer a tempo inteiro com a banda porque tinha obrigações com a interpretação e eventualmente, com a sua inscrição na universidade de Columbia. Após completar o seu primeiro ano de universidade, Hill decidiu comprometer-se a tempo inteiro com a banda, que para maioria das pessoas começou com a estreia dos Fugees em 1993, Blunted on Reality.Uma combinação de reggae, pop e hip hop, Blunted na realidade não chegou a ligar-se com as pessoas, apesar da banda ser querida pelos residentes de Nova Iorque com aparições ao vivo na rádio Hot 97. Causaram uma pequena agitação com a interpretação de Salam Remi de Nappy Heads mas o grupo quase se separou após a pressão do fracasso comercial, confrontações criativas e vários críticos já a sugerir que Hill optaria por uma carreira a solo. Todos os críticos silenciaram-se permanentemente com o lançamento do The Score em 1995. o qual eventualmente chegou a vender 17 milhões de cópias, fazendo dos Fugees o grupo de rap mais vendido de sempre. Os puros amantes do hip hop criticaram o grupo por chegar ao êxito à base de interpretações de músicas de outros, o mais famoso talvez sendo Killing Me Softly de Roberta Flack e com interpretações de artistas pop(como Enya). Mas a maioria das pessoas estava apenas contente em ouvir um grupo de hip hop com uma verdadeira vocalista e sem a até agora postura comum do homem macho. The Score deu a Hill e aos Fugees os primeiros de muitos Grammys: Melhor Álbum de Rap e Melhor Apresentação de R&B por um dueto ou Grupo pela canção Killing Me Softly.A digressão e promoção incessante para The Score chegou a afectar o grupo. Wyclef Jean lançou o seu álbum a solo, The Carnival, enquanto Pras trabalhou em Ghetto Superstar. Em 1998, Hill lançou os frutos do seu próprio esforço, The Miseducation of Lauryn Hill(RuffHouse/Columbia). Colectivamente, as pessoas caíram das suas cadeiras. Quem o diria? Miseducation foi um desses álbuns, como Natty Dread de Bob Marley, The Low-End Theory de A Tribe Called Quest e Nevermind dos Nirvana, que contagiou muitas pessoas ao mesmo tempo, definindo o momento e fazendo com que tudo o resto soe diferente. O primeiro single foi a obra de hip hop pesada Lost One, o qual tinha rasgos de ser a interpretação de Toots& the Maytals mas o segundo lançamento Doo Wop(That Thing) foi um hino do soul, cujo sucesso definitivamente não foi prejudicado pelo vídeo com a "velha" e a "nova" versão da mesma Lauryn Hill.Canções pesadas como Every Ghetto, Every City fez muitos recordarem Donny Hathway e Joy of my world is in Zion definitivamente tinha a onda Marley(Zion é também o nome do filho de Hill, que teve com o filho de Marley, Rohan). Miseducation é firmemente considerado um álbum de hip hop e o melhor atributo de Hill é a sua habilidade fantástica e formidável de fazer rap. Imagine uma combinação de Puma Simpson de Black Uhuru misturado com Nina Simone e MC Lyte, essa seria Hill.Uma mulher criativa em controlo, Hill foi reconhecida tanto pela sua beleza como pela sua visão musical, outro resultado de uma sociedade que chama a uma mulher uma diva vinte vezes antes de a chamar génio. Mas sem se importar muito, Hill aproveitou-se da sua aparência e saiu em capas do Time, Bazaar e Teen People, entre outro grande número de revistas, enquanto por dentro promovia as suas ideias. Uma das contribuições mais proeminentes da artista foi The Refugee CampYouth Project, cuja missão é a educação na comunidade e a melhoria da qualidade de vida dos meninos dos bairros pobres.Miseducation chegou ao mais alto de quase todos os rankings e os prémios continuaram nos Grammys de 1999. Hill ganhou a maior quantidade de prémios que qualquer outra mulher na história dos prémios com cinco estatuetas de onze nomeações, incluindo melhor álbum do ano, melhor artista revelação, melhor vocalista feminina de R&B, melhor canção de R&B e melhor álbum de R&B. Foi uma excitante e emocionante noite, uma rápida subida para Hill e um grande salto para o hip hop. Após os Grammys, Hill saiu em digressão com os rappers de Atlanta Outkast, que foram o seu número de abertura e geralmente foi um sucesso. Uma vez de regresso a casa, Hill começou a escrever música e produção de alto perfil, como em On That Day, para o artista de gospel CeCe Winams, o sucesso individual do álbum Aretha Franklin, A Rose is still a Rose e o primeiro lançamento do sucesso crítico de Mary J.Blidge intitulado All That I Can Say. Uniu-se a Whitney Houston para produzir uma versão de I Was Made to Love Him de Sstevie Wonder para o álbum My Love is Your Love. Sendo a polivalente urbana que é, Lauryn Hill também realizou um vídeo para A Rose. Vai, rapariga!Já há rumores que após tudo, haverá outro álbum dos Fugees em 2000, apesar de que ainda não se disse nada de quando haverá outro álbum de Lauryn Hill. Em vez disso, os deixaremos com a seguinte imagem: Lauryn Hill teve um concerto grátis em Outubro de 1999 no Irving Plaza em Nova Iorque para 400 estudantes secundários, a maioria proveniente do bairro pobre de Harlem. Deixou que as pessoas tocassem no seu microfone, assinou autógrafos e deixou os estudantes com este conceito:"A vida não é dinheiro. A vida não se trata de roupa. A vida não se trata de quanto vale a tua casa. É o que tens no coração, isso é o que conta". Isso é o que torna Lauryn Hill tão fabulosa.