Mary J. Blige

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Mary J. Blige: Sobre

Nos anos 90, as cantoras com uma voz muito dotada e vocação clássica eram mal vistas, ou seja, as intituladas divas como Whitney Houston ou Mariah Carey. Sendo essa via já explorada, o que falta agora para se tornar em estrela da pop é encontrar um bom produtor de R&B. E no decurso dos seus mais que 10 anos de carreira, Mary J. Blidge teve tempo de fazer muitos amigos.Nasce em Janeiro de 1971, no bairro do Bronx, Nova Iorque. Apaixonada pela música e pelo salão de beleza, em finais dos anos 90 grava-se a si mesma interpretando uma canção de Anita Baker num karaoke. O seu padrasto faz chegar a cassete aos scritórios da discográfica Uptown Records. Os efeitos não demoram muito a vir e Blidge estreia-se em 1991 pela mão de Sean "Puffy" Combs(agora P.Diddy) com o álbum What`s the 411?. A sua mistura de hip hop e R&B obtém uma repercussão popular e comercial excelente. Após uma colecção de remisturas, em 1994 aparece My life, o seu segundo disco de estúdio, onde reduz as suas influências rap e exibe maiores doses de soul. Em 1996, quebra os seus laços com Uptown Records e ingressa na MCA. A artista regressa com Share my world(1997) onde persiste na clarificação do seu som em direcção ao classicismo. O disco ao vivo The Tour(1998) precede o aparecimento do seu seguinte álbum, que tem como nome Mary(1999). A artista desprendeu-se quase por completo dos rappers, para virar-se para a explicação de histórias pessoais, com um forte peso de soul na sua proposta.Em Março de 2001 e em exclusivo para o mercado nipónico, é editado o recompilatório Ballads, que como o próprio nome indica, reúne as melhores melodias de Blidge em ritmo pausado. No Verão chega No more Drama, a sua quinta produção de estúdio, para obter novamente um sucesso considerável. Em finais de 2002 aparece A tribute to Mary J. Blidge, um álbum onde artistas novos como Michael Kensington ou Lexie J interpretam temas da cantora nova-iorquina.