Rage Against the Machine

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Rage Against the Machine: Sobre

O nome diz tudo sobre os Rage Against the Machine. A fusão agressiva de guitarras "metal" com ritmos de hip hop constitui um apropriado pano de fundo para o rap de letras violentas, polémicas e carregadas politicamente, tratando temas como as misérias dos bairros marginais, o racismo, a censura, a propaganda, a situação difícil dos índios nativos americanos e muitas outras questões, numa tentativa da banda em oferecer algo mais que mero entretenimento. Formados em Los Angeles(Califórnia, EUA) em 1991 por Tom Morello(natural de Nova Iorque, EUA; guitarra, ex Lock-Up) e Zack De La Rocha(natural de Long Beach, Califórnia, EUA; voz, ex Inside Out), com Tim Commerforld(baixo) e Brad Wilk(natural de Portland, Oregon, EUA; bateria), Rage Against the Machine assinaram um contrato discográfico importante com, muito importante, controlo criativo sobre a base de uma demo auto editada e algumas actuações impressionantes ao vivo iniciais. Posteriormente, realizaram concertos com Pearl JamBody Count, Tool e Suicidal Tendencies. Durante a digressão com estes últimos, a banda teve problemas com o governo francês por causa de umas camisas nas quais aparecia uma ilustração original da CIA explicando como fazer um cocktail Molotov, retirada de uns documentos realizados para os rebeldes da contra-revolução nicaraguana. As camisas foram confiscadas e destruídas pelo serviço de alfândegas francês. Mais adiante, o grupo editou o seu primeiro trabalho, com o mesmo nome, incluindo diversos temas da sua primeiro demo e com uma fotografia impressionante na capa de um monge budista queimando-se num bonzo em protesto pela guerra do Vietname. Foram logo catapultados para a fama, e Henry Rollins descreveu-os como "o grupo mais na moda dos EUA". O álbum foi um sucesso total em ambos os lados do Atlântico, e Rage Against the Machine obteve um grande resultado com o single Killing In the Name, embora De La Rocha não achou muita graça a uma versão para a rádio, a qual tinham de omitir todos os palavrões e que "destruía por completo o propósito da canção". A uma digressão triunfante pelo Reino Unido seguiu-se uma proposta silenciosa contra o PMRC(Parental Music Resource Council, o grupo que rotula os discos com letra explícitas nos EUA) no encontro de Filadélfia na digressão do festival Lollapalooza. Evil Empire foi outro álbum de sucesso, que chegou ao número 1 das listas dos EUA. Temas como o intensamente político Vietnow e Down Rodeo mostravam a banda no seu melhor e mais potente momento, enquanto a incendiária Bulls On Parade tornou-se num single de sucesso transatlântico. Para lá dos palavrões, encontram-se algumas das letras mais honestas e intensas que se chegaram a compor nos anos 90. Após outra longa pausa, o grupo voltou em Novembro de 1999 com The Battle Of Los Angeles. Sem desviar-se apenas do estigma dos seus dois discos anteriores, o álbum obteve uma recepção calorosa por parte dos seus fãs, mas foi rejeitado pelos seus detractores, que consideravam que a banda não tinha nada de novo a dizer. De La Rocha retirou-se o ano seguinte, após realizar uma última aparição com o grupo no disco de versões Renegades.