Oquestrada, Boss AC e Os Azeitonas, acompanhados pelos respectivos convidados, foram os primeiros a actuar no Palco Sunset da edição de 2010 do Rock In Rio.
Com o sol ainda em alto no céu, assistimos à entrada d’ Os Azeitonas e de António Zambujo. O primeiro sinal de festa naquele espaço surge com os acordes de ´Quem És Tu Miúda’, cujo vídeo rodou durante várias semanas na MTV Portugal, mas também de Anda Comigo Ver Os Aviões’ ou ‘Barroco Tropical’.
Seguiu-se a actuação de Boss AC com o angolano Yuri da Cunha, «um encontro de músicos, países e culturas», tal como referiu AC. Acompanhados por uma competente banda com baixo, bateria, guitarra, teclas, percussão e DJ, registaram a maior afluência de público naquele espaço no primeiro dia de festival e protagonizaram um concerto enérgico, apesar do calor que se fazia sentir. ‘Princesa (Beija-me Outra Vez)’, ‘Hip Hop (Sou Eu e És Tu)’, ‘Boa Vibe’, ‘Quieres Dinero’ e ‘Anda Cá Ao Papá’, do álbum de estreia, “Manda Chuva”, de 1997, foram alguns dos temas mais aplaudidos.
Os últimos a actuar no Palco Sunset foram os OqueStrada, que se juntaram aos seus três “segredos”: os italianos Anónima Nuvolari, os Fadistas de Garra e os Cavalinho d'Strada. A vocalista Marta Miranda, com os seus vestidos garridos, flor no cabelo, humor irónico e simpatia cativante, é a alma desta banda tão singular como segura e os temas do primeiro álbum, “Tasca Beat - O Sonho Português” são ainda maiores quando interpretados ao vivo já que o é no palco que a banda está claramente como peixe na água. ‘Oxalá Te Veja’, cujo vídeo rodou na tua MTV, foi a primeira música de um alinhamento coerente, intercalado com as presenças dos três “segredos”. Ouvimos ainda temas como ‘Se Esta Rua Fosse’, ‘Eu e o Meu País’, ‘Kekfoi’, ‘Creo (Cariño)’ e ‘Agarrem-me’. Nesta tasca com cheiro a world music não faltaram ritmos ciganos intercalados com o som da guitarra portuguesa e do acordeão e até de um pequeno órgão, que mais parecia um brinquedo.
Samuel Cruz
Com o sol ainda em alto no céu, assistimos à entrada d’ Os Azeitonas e de António Zambujo. O primeiro sinal de festa naquele espaço surge com os acordes de ´Quem És Tu Miúda’, cujo vídeo rodou durante várias semanas na MTV Portugal, mas também de Anda Comigo Ver Os Aviões’ ou ‘Barroco Tropical’.
Seguiu-se a actuação de Boss AC com o angolano Yuri da Cunha, «um encontro de músicos, países e culturas», tal como referiu AC. Acompanhados por uma competente banda com baixo, bateria, guitarra, teclas, percussão e DJ, registaram a maior afluência de público naquele espaço no primeiro dia de festival e protagonizaram um concerto enérgico, apesar do calor que se fazia sentir. ‘Princesa (Beija-me Outra Vez)’, ‘Hip Hop (Sou Eu e És Tu)’, ‘Boa Vibe’, ‘Quieres Dinero’ e ‘Anda Cá Ao Papá’, do álbum de estreia, “Manda Chuva”, de 1997, foram alguns dos temas mais aplaudidos.
Os últimos a actuar no Palco Sunset foram os OqueStrada, que se juntaram aos seus três “segredos”: os italianos Anónima Nuvolari, os Fadistas de Garra e os Cavalinho d'Strada. A vocalista Marta Miranda, com os seus vestidos garridos, flor no cabelo, humor irónico e simpatia cativante, é a alma desta banda tão singular como segura e os temas do primeiro álbum, “Tasca Beat - O Sonho Português” são ainda maiores quando interpretados ao vivo já que o é no palco que a banda está claramente como peixe na água. ‘Oxalá Te Veja’, cujo vídeo rodou na tua MTV, foi a primeira música de um alinhamento coerente, intercalado com as presenças dos três “segredos”. Ouvimos ainda temas como ‘Se Esta Rua Fosse’, ‘Eu e o Meu País’, ‘Kekfoi’, ‘Creo (Cariño)’ e ‘Agarrem-me’. Nesta tasca com cheiro a world music não faltaram ritmos ciganos intercalados com o som da guitarra portuguesa e do acordeão e até de um pequeno órgão, que mais parecia um brinquedo.
Samuel Cruz
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