Quatro anos depois Jamie Cullum voltou ao “local do crime” e, tal como em 2006, actuou novamente perante um Coliseu dos Recreios completamente esgotado, onde protagonizou mais um concerto inesquecível esta Terça-feira, 25 de Maio.
Pouco depois das 22h00 o pequeno grande Jamie entra em palco com o ar rebelde e traquina que lhe conhecemos, cabelo desgrenhado, sorriso estampado no rosto, jeans, blazer e gravata pretos, camisa branca e ténis coloridos, faz uma vénia ao seu público e atira-se cheio de garra a ‘I’m All Over It’, tema do álbum “The Pursuit”, que vem apresentar, e ‘Get Your Way’, música em que salta para cima do piano e deste para o palco (recriando, de certa forma, a capa do disco “Twentysomething”). Logo aos dois primeiros temas e já a sala estava completamente rendida. «Estamos muito felizes por vir a Portugal. (…) Sabemos que nos divertimos sempre que estamos cá. Prometo-vos um grande concerto», afirmou Jamie Cullum a dada altura. Prometeu e cumpriu!
O músico britânico faz do palco a sua sala de estar e das suas músicas e piano aquilo que uma criança pequena faz com os seus brinquedos favoritos: usa-os das mais variadas e imaginativas formas! Se em álbum ele é grande, ao vivo é soberbo, comanda uma plateia como poucos e a ela se dedica por inteiro, tem um sentido de humor impar e faz-se acompanhar por uma talentosa banda, com cada um dos músicos a tocar vários instrumentos, do baixo bateria e guitarra ao violoncelo, trompete e percussão, mostrando várias vezes o que valem em solos virtuosos.
Para a posteridade ficam momentos únicos, como os “mash ups” de ‘All At Sea’ com ‘Poker Face’ de Lady Gaga ou de ‘Golddigger’, de Kanye West, com ‘These Are The Days'. As versões de ‘Don’t Stop The Music’ (Rihanna) e ‘Frontin’ (Pharell Williams), esta última com Jamie Cullum sozinho em palco a fazer beatbox de forma brilhante, são provas do talento do músico para “roubar” músicas de outros, que desconstrói de forma brilhante e apresenta como “quase” suas. O já clássico ‘Twentysomething’ foi apresentado com nova roupagem e misturado com uma espécie de “marcha fúnebre”, num memorável momento de puro jazz; em 'I Get A Kick Out Of You' foi acompanhado por um contrabaixo frenético; e em 'Wheels' e ‘Mixtape’ comprovámos o à vontade de Cullum em territórios mais pop/rock a lembrar uns Keane ou uns Colpdlay. Já para interpretar o clássico ‘Cry Me A River’, com direito a “mash up” com o tema do mesmo nome que conhecemos na voz de Justin Timberlake, Cullum e a sua banda desceram até à plateia e, em pura jam session, ouvimos o tema inteiro a capella. Estava provado que nem sempre os lugares das filas da frente são os mehores!!
Já no encore, e com o público incitado por Jamie Cullum a ir até junto da boca de palco, ouvimos 'Gran Torino' (do filme com o mesmo nome) com a estrela da noite sozinha ao piano e a versão de 'Wind Cries Mary', o clássico de Jimi Hendrix. Terminava assim um concerto de cerca duas horas, sem falhas e com a capital portuguesa novamente rendida ao talento do pequeno grande Jamie Cullum.
Fica o alinhamento do concerto de Jamie Cullum:
I’m All Over It
Get Your Way
Just One Of Those Things
All At Sea / Poker Face (Lady GaGa)
If I Ruled The World
Don’t Stop The Music (Rihanna)
Twentysomething
Frontin’ (Pharell Williams)
Golddigger (Kanye West) / These Are The Days
Wen Run Things
What A Difference A Day Made
Photograph
I Get A Kick Out Of You
Cry Me A River / Cry Me A River (Justin Timberlake)
Mixtape
Encore
Gran Torino
Wind Cries Mary
Samuel Cruz
Pouco depois das 22h00 o pequeno grande Jamie entra em palco com o ar rebelde e traquina que lhe conhecemos, cabelo desgrenhado, sorriso estampado no rosto, jeans, blazer e gravata pretos, camisa branca e ténis coloridos, faz uma vénia ao seu público e atira-se cheio de garra a ‘I’m All Over It’, tema do álbum “The Pursuit”, que vem apresentar, e ‘Get Your Way’, música em que salta para cima do piano e deste para o palco (recriando, de certa forma, a capa do disco “Twentysomething”). Logo aos dois primeiros temas e já a sala estava completamente rendida. «Estamos muito felizes por vir a Portugal. (…) Sabemos que nos divertimos sempre que estamos cá. Prometo-vos um grande concerto», afirmou Jamie Cullum a dada altura. Prometeu e cumpriu!
O músico britânico faz do palco a sua sala de estar e das suas músicas e piano aquilo que uma criança pequena faz com os seus brinquedos favoritos: usa-os das mais variadas e imaginativas formas! Se em álbum ele é grande, ao vivo é soberbo, comanda uma plateia como poucos e a ela se dedica por inteiro, tem um sentido de humor impar e faz-se acompanhar por uma talentosa banda, com cada um dos músicos a tocar vários instrumentos, do baixo bateria e guitarra ao violoncelo, trompete e percussão, mostrando várias vezes o que valem em solos virtuosos.
Para a posteridade ficam momentos únicos, como os “mash ups” de ‘All At Sea’ com ‘Poker Face’ de Lady Gaga ou de ‘Golddigger’, de Kanye West, com ‘These Are The Days'. As versões de ‘Don’t Stop The Music’ (Rihanna) e ‘Frontin’ (Pharell Williams), esta última com Jamie Cullum sozinho em palco a fazer beatbox de forma brilhante, são provas do talento do músico para “roubar” músicas de outros, que desconstrói de forma brilhante e apresenta como “quase” suas. O já clássico ‘Twentysomething’ foi apresentado com nova roupagem e misturado com uma espécie de “marcha fúnebre”, num memorável momento de puro jazz; em 'I Get A Kick Out Of You' foi acompanhado por um contrabaixo frenético; e em 'Wheels' e ‘Mixtape’ comprovámos o à vontade de Cullum em territórios mais pop/rock a lembrar uns Keane ou uns Colpdlay. Já para interpretar o clássico ‘Cry Me A River’, com direito a “mash up” com o tema do mesmo nome que conhecemos na voz de Justin Timberlake, Cullum e a sua banda desceram até à plateia e, em pura jam session, ouvimos o tema inteiro a capella. Estava provado que nem sempre os lugares das filas da frente são os mehores!!
Já no encore, e com o público incitado por Jamie Cullum a ir até junto da boca de palco, ouvimos 'Gran Torino' (do filme com o mesmo nome) com a estrela da noite sozinha ao piano e a versão de 'Wind Cries Mary', o clássico de Jimi Hendrix. Terminava assim um concerto de cerca duas horas, sem falhas e com a capital portuguesa novamente rendida ao talento do pequeno grande Jamie Cullum.
Fica o alinhamento do concerto de Jamie Cullum:
I’m All Over It
Get Your Way
Just One Of Those Things
All At Sea / Poker Face (Lady GaGa)
If I Ruled The World
Don’t Stop The Music (Rihanna)
Twentysomething
Frontin’ (Pharell Williams)
Golddigger (Kanye West) / These Are The Days
Wen Run Things
What A Difference A Day Made
Photograph
I Get A Kick Out Of You
Cry Me A River / Cry Me A River (Justin Timberlake)
Mixtape
Encore
Gran Torino
Wind Cries Mary
Samuel Cruz
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